segunda-feira, 25 de agosto de 2014

ADULTÉRIO: Infidelidade no Casamento

      Um tema abordado em toda a Escritura é a intenção de Deus que maridos e esposas sejam fiéis um ao outro. A fidelidade no casamento é plano de Deus para o seu reino e propósito para seus filhos. O adultério - quando o marido ou a esposa propositalmente têm relações sexuais com outro que não seja seu cônjuge - é proíbido (Ex 20.14; Dt 5.18). Muitas leis do Antigo Testamento determinavam castigos severos para o adultério (Lv 20.10; Dt 22.22). No Novo Testamento, Jesus também o condenou (Mc 10.11-12; Lc 16.18) e Paulo o denunciou como uma das "obras da carne" (Gl 5.19).
      Os adúlteros podem receber o perdão de Deus (Jo 8.3-11) por sua infidelidade conjugal, que é um ato de deslealdade. Os cristãos devem praticar a fidelidade junto a Deus e em seus relacionamentos. Um cônjuge que é capaz de perdoar o comportamento adúltero de seu parceiro é incentivado a permanecer casado. Ao mesmo tempo, na Escrituras, o adultério é encarado como grave ruptura de confiança e fidelidade, servindo de base admissível para o divórcio (Mt 5.32).
      Jesus ensinou que o adultério começa no coração (Mt 5.27-28; 19.18-19) e sua raiz é a lascívia. Diversos casamentos sofrem muito por causa do "adultério emocional", que Jesus ensinou ser tão sério quanto a imoralidade sexual.
      O adultério é tratado com tamanha rigidez nas Escrituras porque distorce uma das ilustrações de Deus sobre ele mesmo e suas intenções diante da sua criação. Deus quer usar a fidelidade entre marido e mulher para ilustrar a fidelidade dele com seu povo. Por este motivo, o adultério é equiparado à idolatria no Antigo Testamento. Cometer adultério é distorcer o próprio relacionamento que Deus quer ter com aqueles a quem ama.

(Extraído da Bíblia da Mulher - pág. 1380)


 

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