domingo, 23 de fevereiro de 2014

Encorajamento

 
Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, Mas só a que for boa para promover a edificação, Para que dê graça aos que a ouvem. (Ef 4.29)

A palavra de Deus nos ensina que nossas palavras devem se tornar uma dádiva para aquele que nos ouve. Jesus ao longo do seu ministério fez uso contínuo de palavras que encorajavam, apoiavam e consolavam.
Em nossos dias temos uma carência enorme de ouvir palavras que nos acalme. Em uma sociedade competitiva, onde a busca exacerbada pelo sucesso, fama e dinheiro ocupa um lugar de destaque, as pessoas estão cada vez mais solitárias e desesperadas. Há um número ainda maior de pessoas encurvadas sob o peso de cargas emocionais.
É nesse cenário que o Senhor deseja nos capacitar para sermos instrumento de encorajamento “O Senhor Jeová me deu uma língua erudita para que eu saiba dizer, a seu tempo, uma boa palavra ao que está cansado” Isaías 50.4
Paulo diante de uma grande tempestade, mesmo exposto ao naufrágio foi capacitado por Deus para encorajar outros com suas palavras. (At. 27.22,23, 25)
Assim como Paulo, Jesus já havia encorajado os discípulos quando eles estavam afundando (Mt 14.27).
Salomão conhecia bem o poder revigorante das palavras (Pv 16.24) ele as comparou com “favos de mel” que trazia doçura à alma e saúde para os ossos. Em outra ocasião ele as comparou com “maças de ouro” (Pv 25.11). Salomão ainda ressalta que há pessoas que tem “graça nos seus lábios” (Pv 22.11) e estes portadores de graça podem receber honra e ocupar altas posições.
Independente do que venhamos receber, vale a pena incentivar o cansado, ajudar o oprimido, estimular o desesperado, encorajar o abatido; que sejamos portadores de graça, distribuidores de doçura à alma.
 O mundo nos espera! Que tal começarmos agora?

Texto de Aparecida Borges
Pregadora do Evangelho de Cristo,
Coordenadora Geral do Círculo de Oração
da Assembleia em Mossoró




Imagem do fotógrafo Felipe Galdino

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